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Polémica ao rubro! FC Porto e Benfica empatam e festa fica suspensa

O FC Porto recebeu nesta tarde de sábado o Benfica num Clássico do escalão de sub-19, que poderia ser decisivo à 11.ª jornada do campeonato nacional de juniores, que terminou com um empate a três golos, adiando a festa do título dos azuis e brancos.

O jogo teve uma primeira parte com um equilíbrio extremo entre as duas equipas, com nenhuma a querer errar face à importância do encontro.

Isto porque já se sabia que em caso de vitória do FC Porto, poderia haver festa de título a três jornadas do fim do campeonato, e os eternos rivais não iriam querer deixar que isso acontecesse num Clássico.

Ainda assim, tivemos de esperar até ao segundo tempo para conseguirmos ver as redes a abanar… para o lado dos encarnados. O árbitro da partida assinalou uma grande penalidade muito duvidosa, com uma bola a embater no braço do defesa portista depois de um ressalto na sua perna, aos 66 minutos.

Com calma e compostura, o campeão do mundo de sub-17 Mauro Furtado não desperdiçou e inaugurou o marcador a favor do conjunto do Benfica.

No entanto, o que se seguiu foi uma avalanche ofensiva do FC Porto, que resultou em três golos de rajada para os dragões, no período de apenas oito minutos.

O primeiro golo surge após uma arrancada de Anha Candé, que serviu José Afonso para o golo do empate, aos 72 minutos da partida. Apenas cinco minutos depois, houve um momento de festa ainda mais forte, já que passava para a frente do marcador e ficava mais perto do título de campeão nacional, com Duarte Cunha a virar o jogo, após nova assistência do avançado Anha Candé.

Ora, se o título estava mais perto com esse 2-1, o mini-estádio dos dragões foi ‘abaixo’ com o golo de Anha Candé, que estava a fazer por merecer depois de uma partida bem realizada, com duas assistências já na conta pessoal, fazendo crescer a contagem do jogo.

Mas nada estava terminado, já que ainda faltavam 10 minutos para o final da partida, sendo que, aos 86, houve nova grande penalidade assinalada a favor do Benfica, com alguma demora por parte do árbitro principal, sendo que Mauro Furtado não se fez rogado e bisou de forma a colocar a diferença na margem mínima.

Até final, quando nada o fazia prever e na última jogada da partida, o Benfica conseguiu mesmo o empate de forma épica, num pontapé de canto, por intermédio de um cabeceamento de Nilson Semedo, depois de uma assistência de Jaden Umeh.

Os ânimos exaltaram-se após o apito final e acabaram surgir várias provocações entre membros da equipa técnica encarnada e os adeptos, obrigando à recolha dos jogadores do Benfica para não escalar mais a situação junto às bancadas.

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