Sem rodeios! Pinotes Batista fala do poder no Sporting e deixa aviso sobre Rui Borges

André Pinotes Batista considera que a renovação de Rui Borges é mais que merecida. Nesse mesmo sentido, o conhecido adepto do Clube de Alvalade defende que esta decisão tomada por Frederico Varandas demonstra que “o poder não caiu na rua”.
André Pinotes Batista: “Antes de mais que, nesta casa, o trabalho titulado se reconhece”
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“Quando na próxima sexta-feira, pelas 11h00, Frederico Varandas e Rui Borges se sentarem, no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade, para assinar a renovação de contrato, vários importantes sinais serão dados ao universo sportinguista”, escreveu no seu mais recente texto de opinião, publicado no jornal Record.
“Antes de mais que, nesta casa, o trabalho titulado se reconhece. O timoneiro humilde sentar-se-á com um Campeonato e uma Taça de Portugal no bolso e outra a caminho e, à lapela, trará a melhor caminhada da história leonina, na maior competição de clubes do mundo. Um pecúlio vastíssimo em apenas um ano”, destacou.
André Pinotes Batista: “Frederico Varandas assinalará com esta renovação que o poder não caiu na rua. A gestão de Rui Costa, nesta matéria, é ilustrativa do caminho a não seguir”
André Pinotes Batista aproveitou para deixar um elogio a Frederico Varandas, criticando Rui Costa em sentido inverso: “Os sinais, porém, não se ficam por aqui, num Sporting cuja cultura ainda está estruturalmente ligada ao julgamento emocional da semana ou à tentação do abismo, Frederico Varandas assinalará com esta renovação que o poder não caiu na rua. A gestão de Rui Costa, nesta matéria, é bem ilustrativa do caminho a não seguir.
Ao concluir, o também comentador não se esqueceu de ‘tirar o chapéu’ ao treinador verde e branco: “Rui Borges tem uma afinidade rara com o grupo de trabalho, que defende até ao tutano, e com a direção para a qual sempre esteve do lado da solução. Existem muitas formas de lealdade e fidelidade, mas a mais pura será sempre aquela que assenta no reconhecimento das mais-valias do outro, do seu percurso e da frontalidade com que as partes se tomam”.




